Tratamento de periodontite na Penha — Sannre Odontologia
Condição Periodontal

Da Penha até a Sannre são cerca de 20 minutos pela Radial Leste — uma viagem um pouco mais longa do que os bairros vizinhos. A questão é: a periodontite moderada a severa pede periodontista, não clínico geral. O periodontista tem o treinamento específico para curetagem subgengival profunda, cirurgia periodontal e gestão de longo prazo. São 20 minutos que separam um tratamento que vai funcionar de um que deixará a doença avançar silenciosamente.

~20 min pela Radial Leste
Periodontista especialista em periodontia
24+ anos de experiência
  • Avaliação periodontal completa com periodontista especializado
  • Curetagem subgengival e aplanamento radicular com anestesia
  • Cirurgia periodontal para bolsas profundas (≥ 6 mm)
  • Regeneração óssea guiada quando indicada
  • ~20 min da Penha pela Radial Leste sentido Tatuapé
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O que é periodontite e como ela se desenvolve?

Na Penha — bairro maior e mais distante do centro de periodontia especializado — muitos pacientes já passaram por consultas com clínico geral sem receber diagnóstico periodontal completo, porque a sondagem periodontal rotineira ainda não é universal nas consultas de rotina. A periodontite é uma infecção bacteriana crônica que destrói progressivamente o osso alveolar e os tecidos de suporte dos dentes. O processo começa com o biofilme (placa) que se forma na junção dente-gengiva — quando não removido adequadamente, mineraliza e forma o tártaro subgengival, impossível de eliminar em casa e que serve de base para bactérias mais agressivas e agressoras ao osso.

Essas bactérias desencadeiam uma resposta inflamatória crônica que forma as bolsas periodontais — espaços abaixo da gengiva onde a infecção se instala, aprofunda e progride, inacessível à escovação. À medida que as bolsas avançam, o osso recua e o dente perde suporte até precisar ser extraído.

O aspecto mais traiçoeiro da periodontite é a ausência de dor nas fases iniciais e moderadas. A maioria dos pacientes só percebe o problema quando o dente já está se movendo — nesse ponto, a destruição óssea já é significativa.

Gengivite vs. Periodontite: a gengivite é a inflamação restrita à gengiva — reversível com profilaxia. A periodontite é o estágio seguinte, com comprometimento do osso. A destruição óssea da periodontite não se reconstrói completamente — o tratamento especializado a detém, não a reverte.

Entenda a relação entre periodontite e mobilidade dental

Sintomas da periodontite

Para quem vem da Penha, os sinais que finalmente motivam a busca por especialista são quase sempre os avançados: o dente que está mole, a gengiva muito retraída. Mas a periodontite começa muito antes, com sinais discretos que raramente causam dor — e que permitem tratamento muito mais simples quando identificados nessa fase:

Gengiva que sangra ao escovar ou usar fio dental

Gengiva retraída — dentes que parecem maiores do que antes

Mau hálito persistente que não melhora com higiene bucal

Sensibilidade ao frio, calor ou alimentos ácidos

Dente que parece solto ou mudou de posição

Espaços entre os dentes que antes não existiam

Pus entre o dente e a gengiva

Dor ao mastigar em casos mais avançados

Se você identificou algum desses sinais, procure avaliação com periodontista imediatamente. A periodontite não regride sem tratamento especializado.

Estágios da periodontite

A classificação internacional de 2018 divide a periodontite em quatro estágios com base na gravidade da destruição tecidual e nos fatores que modificam o risco:

Estágio I
Inicial

Perda óssea leve, bolsas de até 4 mm. Excelente resposta à curetagem não-cirúrgica em 1 a 2 sessões, com prognóstico favorável a longo prazo.

Estágio II
Moderado

Perda óssea moderada, bolsas de 5 a 6 mm. Tratável com curetagem subgengival em sessões por quadrante. Pode exigir reavaliação e sessões adicionais.

Estágio III
Severo

Bolsas acima de 6 mm, perda óssea significativa, possível mobilidade dental. Frequentemente requer cirurgia periodontal e pode envolver regeneração óssea.

Estágio IV
Muito severo

Comprometimento mastigatório grave, dentes com mobilidade acentuada ou já perdidos. Requer cirurgia e planejamento de reabilitação.

Tratamento da periodontite na Sannre

O protocolo é definido após avaliação detalhada com sondagem periodontal digital e tomografia cone beam — o estágio da doença, o padrão de perda óssea e os fatores sistêmicos determinam o caminho de tratamento de cada paciente.

01
Curetagem Subgengival e Aplanamento Radicular

Principal tratamento para estágios I e II. Remove biofilme e tártaro subgengival, elimina a fonte bacteriana da infecção e alisa a raiz para dificultar nova adesão. Realizada com anestesia local — indolor durante o procedimento.

02
Antibioticoterapia Coadjuvante

Em infecções bacterianas mais agressivas, antibióticos sistêmicos ou de liberação local dentro da bolsa periodontal potencializam os resultados da curetagem.

03
Cirurgia Periodontal

Indicada nos estágios III e IV: permite visualização direta das raízes e do osso, curetagem em profundidade e, quando indicada, tratamento de defeitos ósseos.

04
Regeneração Óssea Guiada

Em defeitos ósseos verticais com morfologia favorável, a ROG pode restaurar parte do osso destruído. Avaliada caso a caso após análise tomográfica detalhada.

05
Manutenção Periodontal

Retornos a cada 3 a 6 meses após a fase ativa. A periodontite é crônica — sem manutenção, a infecção retorna e a destruição recomeça. É parte inegociável do tratamento.

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Periodontite tem cura?

A destruição óssea causada pela periodontite é irreversível — o osso perdido não retorna completamente ao estado original. Porém, com tratamento especializado e manutenção rigorosa, é totalmente possível estabilizar a doença, interromper a progressão e preservar os dentes remanescentes por muitos anos.

O objetivo do tratamento não é "curar" no sentido de eliminar a doença para sempre, mas controlá-la de forma que não cause mais destruição. Pacientes comprometidos com a manutenção periodontal preservam seus dentes indefinidamente, mesmo com histórico de periodontite severa.

A manutenção periodontal é parte inegociável — não um opcional. Sem ela, a doença reativa e a destruição recomeça, geralmente em menos de 6 meses após a última sessão de manutenção.

Periodontite e saúde geral

A periodontite não é uma doença isolada na boca. A inflamação crônica e as bactérias periodontais que entram na corrente sanguínea comprometem outros sistemas do organismo. A evidência científica acumulada associa a periodontite não tratada a:

Diabetes

A relação é bidirecional: diabetes agrava a periodontite e a periodontite dificulta o controle glicêmico.

Doenças cardiovasculares

Infarto e AVC têm associação documentada com periodontite crônica não tratada.

Gravidez

Periodontite ativa durante a gestação está associada a parto prematuro e baixo peso ao nascer.

Doenças respiratórias

Bactérias orais aspiradas podem colonizar o trato respiratório, especialmente em pacientes com doença pulmonar.

Alzheimer

Pesquisas recentes identificam bactérias periodontais em placas amiloides do cérebro de pacientes com Alzheimer.

Imunidade

A inflamação sistêmica crônica da periodontite sobrecarrega o sistema imune e reduz a resistência a outras infecções.

"Tratar a periodontite é cuidar da saúde bucal e da saúde sistêmica ao mesmo tempo."

Por que tratar periodontite na Sannre?

A Sannre Odontologia é dirigida pelo Dr. Renato Kuszlewicz (CRO-SP 78.928), com 24 anos de experiência clínica em periodontia — incluindo cirurgia periodontal e regeneração óssea guiada para casos complexos. Utilizamos tomografia cone beam, sondas digitais e protocolos baseados em evidências internacionais.

A Rua Professor João de Oliveira Torres, 115 fica a cerca de 20 minutos da Penha pela Radial Leste sentido Tatuapé. É a opção mais indicada para moradores da Penha que precisam de periodontista especializado — com a expertise técnica necessária para diagnóstico preciso e tratamento de casos moderados a severos que o clínico geral não consegue manejar adequadamente.

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Periodontite: atendemos toda a zona leste

A Sannre Odontologia atende pacientes de toda a zona leste de São Paulo. Consulte a página de periodontite específica para o seu bairro:

Dúvidas frequentes

O clínico geral geralmente consegue manejar gengivite e periodontite leve (estágio I) com profilaxia e orientação de higiene. Para periodontite moderada a severa (estágios II, III e IV), o periodontista tem o treinamento específico indispensável: curetagem subgengival avançada por quadrante, diagnóstico por sondagem periodontal com mapeamento de bolsas, cirurgia periodontal e gestão do caso ao longo de anos. A ausência de sondagem periodontal rotineira — que muitos generalistas não realizam — é a principal causa de subdiagnóstico e tratamento inadequado.

A cirurgia periodontal é realizada com anestesia local e é indolor durante o procedimento. O tipo mais comum é o retalho de Widman modificado: a gengiva é afastada temporariamente para acesso direto às raízes e ao osso, permitindo curetagem em profundidade e, quando indicado, regeneração óssea guiada. O pós-operatório costuma envolver edema e desconforto leve a moderado por 3 a 5 dias, controlável com analgésicos comuns. A maioria dos pacientes retoma as atividades normais no dia seguinte.

Sim. A associação entre periodontite não tratada e doenças cardiovasculares é bem estabelecida em estudos epidemiológicos de larga escala. O mecanismo envolve dois caminhos principais: bactérias periodontais que entram na corrente sanguínea e contribuem para a formação de placas ateroscleróticas nas artérias; e a inflamação sistêmica crônica gerada pela doença periodontal ativa, que sobrecarrega o sistema cardiovascular. O tratamento periodontal bem-sucedido reduz os marcadores inflamatórios sistêmicos.

Parcialmente, em casos selecionados. A regeneração óssea guiada (ROG) é um procedimento cirúrgico que pode restaurar parte do osso destruído em defeitos ósseos com morfologia favorável — geralmente defeitos verticais em formato de funil. Não é indicada para todos os casos: defeitos ósseos horizontais difusos, por exemplo, não respondem à regeneração. Para a maioria dos pacientes, o objetivo primário do tratamento é deter a progressão e estabilizar os dentes, não recuperar o osso perdido.

Peri-implantite é a infecção ao redor de um implante dentário — funcionalmente análoga à periodontite ao redor dos dentes naturais. A mucosa ao redor do implante inflama, o osso de suporte é destruído progressivamente e o implante pode ser perdido se não tratado. Pacientes com histórico de periodontite têm risco significativamente aumentado de desenvolver peri-implantite. Por isso, o controle completo da periodontite antes da colocação de qualquer implante é mandatório — e a manutenção periodontal após o implante é parte indispensável do protocolo.
Dr. Renato Kuszlewicz - Sannre Odontologia
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Dr. Renato Kuszlewicz

CROSP: 78.928 CRO-CL 15879

Com 24 anos de Experiência, nosso responsável técnico alia formação acadêmica de excelência a uma visão humanizada. Atuamos em todas as áreas da odontologia, temos profissionais altamente qualificados e especialistas com foco em resultados de alta performance e duradouros para cada paciente.

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