Tratamento de periodontite na Mooca — Sannre Odontologia
Condição Periodontal

Na Mooca, é frequente encontrar pacientes que convivem há anos com gengiva que sangra ou dentes que parecem estar ficando maiores — sem saber que são sinais de periodontite em progressão. O que mais ouvimos: "achei que era tarde demais". Não é. Mesmo em estágios avançados, o tratamento periodontal especializado consegue estabilizar a destruição e preservar os dentes remanescentes. A Sannre está a aproximadamente 15 minutos pela Radial Leste — ou pela Av. Paes de Barros, para quem preferir evitar a Radial.

~15 min via Radial Leste
I ao IV todos os estágios tratáveis
24+ anos de experiência
  • Diagnóstico periodontal por sondagem e tomografia cone beam
  • Curetagem subgengival — principal tratamento para estágios I e II
  • Cirurgia periodontal para casos avançados (estágios III e IV)
  • Manutenção periódica para controle duradouro
  • A ~15 min da Mooca — pela Radial Leste ou Av. Paes de Barros
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O que é periodontite e como ela se desenvolve?

Na Mooca — bairro com tradição e com parcela expressiva de pacientes acima de 40 anos — é frequente que o paciente chegue convencido de que "vai perder o dente de qualquer jeito". Na grande maioria dos casos, não é verdade.

A periodontite está associada à interação entre biofilme bacteriano (placa), resposta inflamatória do organismo e fatores mecânicos relacionados à função mastigatória. O acúmulo de biofilme bacteriano na junção entre o dente e a gengiva favorece o desenvolvimento da inflamação, especialmente quando existem desequilíbrios funcionais que geram sobrecarga sobre os dentes e seus tecidos de suporte.

Quando não removido adequadamente pela escovação e fio dental, esse biofilme mineraliza e forma o tártaro, que não pode ser removido em casa e serve de reservatório para bactérias. Entretanto, a progressão da doença periodontal também está relacionada à distribuição inadequada das forças mastigatórias, que pode aumentar o estresse sobre o ligamento periodontal e o osso de suporte.

A combinação entre inflamação crônica, presença bacteriana e sobrecarga funcional pode levar à destruição progressiva do osso e dos tecidos que mantêm o dente no lugar. Esse processo favorece a formação das chamadas bolsas periodontais — espaços entre o dente e a gengiva onde o controle bacteriano se torna mais difícil.

Gengivite vs. Periodontite: a gengivite é a fase inicial, reversível com profilaxia e higiene. A periodontite é o estágio seguinte — com comprometimento ósseo que não se reconstrói completamente. Identificar a progressão cedo muda completamente as possibilidades de tratamento.

Saiba identificar a gengivite antes que evolua para periodontite

Sintomas da periodontite

Na Mooca, muitos pacientes relatam anos convivendo com gengiva que sangra, assumindo que era "normal" ou que não tinha solução. Esses são os sinais que deveriam ter levado a uma avaliação periodontal muito antes — e que a Sannre identifica com sondagem e tomografia na primeira consulta:

Gengiva que sangra ao escovar ou usar fio dental

Gengiva retraída — dentes que parecem estar "crescendo"

Mau hálito persistente mesmo após a escovação

Sensibilidade ao frio, calor ou alimentos ácidos

Dente que parece solto ou mudou de posição

Espaços entre os dentes que antes não existiam

Pus entre o dente e a gengiva

Dor ao mastigar em casos mais avançados

Mesmo que você conviva há anos com esses sinais, ainda é possível controlar a doença e preservar os dentes restantes com tratamento especializado. Não espere mais.

Estágios da periodontite

A periodontite é classificada em quatro estágios conforme a gravidade da destruição periodontal:

Estágio I
Inicial

Perda óssea leve, bolsas periodontais de até 4 mm. Responde muito bem ao tratamento não cirúrgico com 1 a 2 sessões de curetagem.

Estágio II
Moderado

Perda óssea moderada, bolsas de 5 a 6 mm. Tratável com curetagem subgengival, pode exigir mais sessões e reavaliação criteriosa.

Estágio III
Severo

Perda óssea significativa, bolsas acima de 6 mm, possível mobilidade dental. Pode exigir cirurgia periodontal além da curetagem convencional.

Estágio IV
Muito severo

Comprometimento mastigatório, dentes com mobilidade acentuada ou já perdidos. Requer abordagem cirúrgica e planejamento multidisciplinar.

Tratamento da periodontite na Sannre

O tratamento varia conforme o estágio da doença. Todos os casos são avaliados individualmente pelo Dr. Renato Kuszlewicz antes de qualquer procedimento.

01
Raspagem e Curetagem Subgengival

Principal tratamento para periodontite em estágios I e II. Remove o biofilme e o tártaro formados abaixo da linha da gengiva, reduzindo a carga bacteriana e controlando a inflamação periodontal. Realizada com anestesia local, é indolor durante o procedimento.

02
Aplanamento Radicular

Realizado em conjunto com a curetagem, consiste no alisamento da superfície radicular para dificultar a nova adesão bacteriana e favorecer a readaptação do tecido gengival ao dente.

03
Antibioticoterapia Coadjuvante

Em casos com infecção bacteriana mais agressiva, o uso de antibióticos sistêmicos ou de liberação local (dentro da bolsa periodontal) potencializa os resultados da curetagem.

04
Cirurgia Periodontal

Indicada nos estágios III e IV, quando o acesso subgengival por curetagem convencional não é suficiente. Permite visualização direta da raiz e do osso, tratamento de defeitos ósseos e, em alguns casos, regeneração tecidual guiada com membranas e enxertos.

05
Correção Funcional da Mordida (Resin Align)

Além do controle da inflamação e da descontaminação periodontal, é fundamental corrigir os desequilíbrios funcionais que podem estar contribuindo para a perda óssea e a mobilidade dentária. Por meio do protocolo Resin Align, realizamos uma análise detalhada da oclusão utilizando exames clínicos, escaneamento digital e planejamento funcional para redistribuir adequadamente as forças mastigatórias. O objetivo é reduzir a sobrecarga sobre dentes e tecidos de suporte, promovendo maior estabilidade, conforto e previsibilidade dos resultados periodontais a longo prazo.

06
Manutenção Periodontal

Após a fase ativa do tratamento, consultas de manutenção a cada 3 a 6 meses são indispensáveis. A periodontite é uma condição multifatorial que exige acompanhamento contínuo para controle da saúde periodontal, monitoramento da função mastigatória e preservação dos resultados obtidos.

Ver todos os tratamentos periodontais disponíveis

Periodontite tem cura?

A destruição óssea causada pela periodontite é irreversível — o osso perdido não retorna completamente. Porém, com tratamento adequado e manutenção regular, é totalmente possível estabilizar a doença, interromper a progressão e preservar os dentes por muitos anos.

O objetivo do tratamento não é "curar" no sentido de eliminar a doença para sempre, mas controlá-la de forma que não cause mais destruição. Pacientes que mantêm a manutenção periodontal em dia conseguem preservar seus dentes indefinidamente, mesmo com histórico de periodontite severa.

Por isso, a manutenção periodontal regular é parte inegociável do tratamento — não um opcional. Sem ela, a doença reativa e a destruição recomeça.

Periodontite e saúde geral

A periodontite não afeta apenas a boca. A inflamação crônica e as bactérias periodontais podem entrar na corrente sanguínea e impactar outros sistemas do organismo. Estudos robustos associam a periodontite não tratada a:

Diabetes

A periodontite dificulta o controle glicêmico e vice-versa — a relação é bidirecional.

Doenças cardiovasculares

Infarto e AVC têm associação documentada com periodontite não tratada.

Gravidez

Periodontite ativa está associada a parto prematuro e baixo peso ao nascer.

Doenças respiratórias

Especialmente em pacientes imunossuprimidos — bactérias orais aspiradas podem colonizar os pulmões.

Alzheimer

Pesquisas recentes apontam relação entre bactérias periodontais e placas amiloides no cérebro.

Imunidade

A inflamação crônica sobrecarrega o sistema imune, reduzindo a resposta a outras infecções.

"Tratar a periodontite é cuidar da saúde bucal e da saúde geral ao mesmo tempo."

Por que tratar periodontite na Sannre?

A Sannre Odontologia é dirigida pelo Dr. Renato Kuszlewicz (CRO-SP 78.928), periodontista com 24 anos de experiência clínica. Nossos protocolos incluem sondagem periodontal digital, tomografia cone beam e acompanhamento de longo prazo personalizado para cada paciente.

A Rua Professor João de Oliveira Torres, 115 fica a aproximadamente 15 minutos da Mooca pela Radial Leste sentido Tatuapé — ou pela Av. Paes de Barros, para quem preferir evitar a Radial. Uma distância que se justifica especialmente em casos moderados a severos, quando o diagnóstico e o acompanhamento de longo prazo precisam ser feitos por um periodontista especializado.

Saiba mais sobre retração gengival causada pela periodontite

Periodontite: atendemos toda a zona leste

A Sannre Odontologia atende pacientes de toda a zona leste de São Paulo. Consulte a página de periodontite específica para o seu bairro:

Dúvidas frequentes

Em muitos casos de periodontite moderada (estágio II), o controle não-cirúrgico com curetagem é suficiente, especialmente quando realizado com técnica adequada e seguido de manutenção rigorosa. Casos severos (estágio III) frequentemente requerem complementação cirúrgica para acesso às bolsas mais profundas. A cirurgia não é o caminho padrão para todos — depende da resposta ao tratamento inicial.

Higiene bucal deficiente é o principal fator. Outros relevantes incluem: tabagismo (aumenta significativamente a gravidade da infecção), diabetes não controlada, histórico familiar de doença periodontal, uso de medicamentos que reduzem o fluxo salivar, e situações de estresse prolongado que afetam a resposta imunológica. Nenhum desses fatores é determinante isoladamente — mas combinados, o risco aumenta muito.

Sim. A periodontite é uma doença crônica — a infecção pode retornar se a manutenção periodontal não for mantida regularmente. Após a fase ativa do tratamento, o retorno a cada 3 meses no primeiro ano e a cada 4 a 6 meses nos anos seguintes é indispensável para evitar recidiva. Sem manutenção, a destruição tende a recomeçar em menos de 6 meses.

Casos leves de periodontite podem ser manejados por um clínico geral com boa formação. Para casos moderados a severos, o periodontista tem treinamento específico para curetagem subgengival avançada, cirurgia periodontal e gestão do caso ao longo do tempo. A ausência de diagnóstico por sondagem periodontal — que muitos generalistas não realizam rotineiramente — é a principal causa de subdiagnóstico.

A profilaxia (limpeza) remove o tártaro supragengival (acima da gengiva) e é indicada para pacientes com saúde periodontal. A manutenção periodontal é um protocolo específico para pacientes que tiveram periodontite: inclui reavaliação das bolsas, curetagem subgengival de manutenção e controle do biofilme em profundidade. É um procedimento clínico mais complexo, com frequência mínima de 3 em 3 meses no primeiro ano.
Dr. Renato Kuszlewicz - Sannre Odontologia
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Dr. Renato Kuszlewicz

CROSP: 78.928 CRO-CL 15879

Com 24 anos de Experiência, nosso responsável técnico alia formação acadêmica de excelência a uma visão humanizada. Atuamos em todas as áreas da odontologia, temos profissionais altamente qualificados e especialistas com foco em resultados de alta performance e duradouros para cada paciente.

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