Na Mooca, é frequente encontrar pacientes que convivem há anos com gengiva que sangra ou dentes que parecem estar ficando maiores — sem saber que são sinais de periodontite em progressão. O que mais ouvimos: "achei que era tarde demais". Não é. Mesmo em estágios avançados, o tratamento periodontal especializado consegue estabilizar a destruição e preservar os dentes remanescentes. A Sannre está a aproximadamente 15 minutos pela Radial Leste — ou pela Av. Paes de Barros, para quem preferir evitar a Radial.
- Diagnóstico periodontal por sondagem e tomografia cone beam
- Curetagem subgengival — principal tratamento para estágios I e II
- Cirurgia periodontal para casos avançados (estágios III e IV)
- Manutenção periódica para controle duradouro
- A ~15 min da Mooca — pela Radial Leste ou Av. Paes de Barros
O que é periodontite e como ela se desenvolve?
Na Mooca — bairro com tradição e com parcela expressiva de pacientes acima de 40 anos — é frequente que o paciente chegue convencido de que "vai perder o dente de qualquer jeito". Na grande maioria dos casos, não é verdade. A periodontite é uma infecção bacteriana crônica que destrói progressivamente o osso e os tecidos que sustentam os dentes. Ela começa com o acúmulo de biofilme abaixo da gengiva, que se transforma em tártaro — impossível de remover em casa — e serve de base para bactérias mais agressivas.
O que torna a periodontite especialmente traiçoeira é a ausência de dor nos estágios iniciais. A maioria dos pacientes não percebe a progressão até que a destruição óssea já está avançada e o dente começa a se mover — quando as opções de tratamento já são mais complexas.
Sem tratamento, as bolsas periodontais aprofundam, o osso recua e o dente perde suporte até precisar ser extraído. Com tratamento especializado, mesmo casos avançados podem ser estabilizados.
Gengivite vs. Periodontite: a gengivite é a fase inicial, reversível com profilaxia e higiene. A periodontite é o estágio seguinte — com comprometimento ósseo que não se reconstrói completamente. Identificar a progressão cedo muda completamente as possibilidades de tratamento.
Sintomas da periodontite
Na Mooca, muitos pacientes relatam anos convivendo com gengiva que sangra, assumindo que era "normal" ou que não tinha solução. Esses são os sinais que deveriam ter levado a uma avaliação periodontal muito antes — e que a Sannre identifica com sondagem e tomografia na primeira consulta:
Gengiva que sangra ao escovar ou usar fio dental
Gengiva retraída — dentes que parecem estar "crescendo"
Mau hálito persistente mesmo após a escovação
Sensibilidade ao frio, calor ou alimentos ácidos
Dente que parece solto ou mudou de posição
Espaços entre os dentes que antes não existiam
Pus entre o dente e a gengiva
Dor ao mastigar em casos mais avançados
Mesmo que você conviva há anos com esses sinais, ainda é possível controlar a doença e preservar os dentes restantes com tratamento especializado. Não espere mais.
Estágios da periodontite
A periodontite é classificada em quatro estágios conforme a gravidade da destruição periodontal:
Perda óssea leve, bolsas periodontais de até 4 mm. Responde muito bem ao tratamento não cirúrgico com 1 a 2 sessões de curetagem.
Perda óssea moderada, bolsas de 5 a 6 mm. Tratável com curetagem subgengival, pode exigir mais sessões e reavaliação criteriosa.
Perda óssea significativa, bolsas acima de 6 mm, possível mobilidade dental. Pode exigir cirurgia periodontal além da curetagem convencional.
Comprometimento mastigatório, dentes com mobilidade acentuada ou já perdidos. Requer abordagem cirúrgica e planejamento multidisciplinar.
Tratamento da periodontite na Sannre
O tratamento varia conforme o estágio da doença. Todos os casos são avaliados individualmente pelo Dr. Renato Kuszlewicz antes de qualquer procedimento.
Principal tratamento para periodontite em estágios I e II. Remove o biofilme e o tártaro formados abaixo da linha da gengiva, eliminando a fonte bacteriana da infecção. Realizada com anestesia local, é indolor durante o procedimento.
Realizado em conjunto com a curetagem, consiste no alisamento da superfície radicular para dificultar a nova adesão bacteriana e favorecer a readesão do tecido gengival ao dente.
Em casos com infecção bacteriana mais agressiva, o uso de antibióticos sistêmicos ou de liberação local potencializa os resultados da curetagem e reduz a carga bacteriana residual.
Indicada nos estágios III e IV, quando o acesso subgengival por curetagem convencional não é suficiente. Permite visualização direta da raiz e do osso, tratamento de defeitos ósseos e regeneração tecidual guiada quando possível.
Após a fase ativa do tratamento, consultas de manutenção a cada 3 a 6 meses são indispensáveis. A periodontite é uma doença crônica — sem manutenção, a infecção retorna e a destruição recomeça.
Periodontite tem cura?
A destruição óssea causada pela periodontite é irreversível — o osso perdido não retorna completamente. Porém, com tratamento adequado e manutenção regular, é totalmente possível estabilizar a doença, interromper a progressão e preservar os dentes por muitos anos.
O objetivo do tratamento não é "curar" no sentido de eliminar a doença para sempre, mas controlá-la de forma que não cause mais destruição. Pacientes que mantêm a manutenção periodontal em dia conseguem preservar seus dentes indefinidamente, mesmo com histórico de periodontite severa.
Por isso, a manutenção periodontal regular é parte inegociável do tratamento — não um opcional. Sem ela, a doença reativa e a destruição recomeça.
Periodontite e saúde geral
A periodontite não afeta apenas a boca. A inflamação crônica e as bactérias periodontais podem entrar na corrente sanguínea e impactar outros sistemas do organismo. Estudos robustos associam a periodontite não tratada a:
A periodontite dificulta o controle glicêmico e vice-versa — a relação é bidirecional.
Infarto e AVC têm associação documentada com periodontite não tratada.
Periodontite ativa está associada a parto prematuro e baixo peso ao nascer.
Especialmente em pacientes imunossuprimidos — bactérias orais aspiradas podem colonizar os pulmões.
Pesquisas recentes apontam relação entre bactérias periodontais e placas amiloides no cérebro.
A inflamação crônica sobrecarrega o sistema imune, reduzindo a resposta a outras infecções.
"Tratar a periodontite é cuidar da saúde bucal e da saúde geral ao mesmo tempo."
Por que tratar periodontite na Sannre?
A Sannre Odontologia é dirigida pelo Dr. Renato Kuszlewicz (CRO-SP 78.928), periodontista com 24 anos de experiência clínica. Nossos protocolos incluem sondagem periodontal digital, tomografia cone beam e acompanhamento de longo prazo personalizado para cada paciente.
A Rua Professor João de Oliveira Torres, 115 fica a aproximadamente 15 minutos da Mooca pela Radial Leste sentido Tatuapé — ou pela Av. Paes de Barros, para quem preferir evitar a Radial. Uma distância que se justifica especialmente em casos moderados a severos, quando o diagnóstico e o acompanhamento de longo prazo precisam ser feitos por um periodontista especializado.
Saiba mais sobre retração gengival causada pela periodontitePeriodontite: atendemos toda a zona leste
A Sannre Odontologia atende pacientes de toda a zona leste de São Paulo. Consulte a página de periodontite específica para o seu bairro:
Dúvidas frequentes
Dr. Renato Kuszlewicz
Com 24 anos de Experiência, nosso responsável técnico alia formação acadêmica de excelência a uma visão humanizada. Atuamos em todas as áreas da odontologia, temos profissionais altamente qualificados e especialistas com foco em resultados de alta performance e duradouros para cada paciente.
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