Tratamento de periodontite no Carrão — Sannre Odontologia
Condição Periodontal

O Carrão e o Tatuapé compartilham praticamente as mesmas avenidas — a Sannre Odontologia está a cerca de 10 minutos pela Av. Carrão. Mas o que diferencia o diagnóstico periodontal na Sannre não é só a localização: é o uso de tomografia cone beam e sondagem digital para mapear com precisão o quanto de osso foi perdido e onde — porque essa informação é o que define se o caso responde à curetagem ou já precisa de cirurgia periodontal.

~10 min via Av. Carrão
Cone Beam diagnóstico de alta precisão
24+ anos de experiência
  • Diagnóstico por tomografia cone beam e sondagem digital
  • Curetagem subgengival com anestesia — indolor no procedimento
  • Cirurgia periodontal para bolsas ≥ 6 mm (estágios III e IV)
  • Antibioticoterapia coadjuvante quando indicada
  • ~10 min do Carrão pela Av. Carrão sentido Tatuapé
Agendar avaliação periodontal

O que é periodontite e como ela se desenvolve?

No Carrão — bairro contíguo ao Tatuapé com forte demanda por cuidados de saúde na região — um dos padrões mais observados é a periodontite que chegou em estágio III ou IV porque nunca foi avaliada com sondagem periodontal. A periodontite é uma infecção bacteriana crônica que destrói progressivamente o osso alveolar e os tecidos de suporte dos dentes. O processo começa com a formação de biofilme (placa) na junção dente-gengiva — quando não removido, mineraliza e forma o tártaro, que não pode ser eliminado em casa e serve de base para bactérias mais agressivas.

Essas bactérias desencadeiam uma resposta inflamatória que forma bolsas periodontais — espaços entre o dente e a gengiva onde a infecção se aprofunda, protegida da escovação. Sem tratamento, as bolsas avançam, o osso recua e o dente perde suporte gradualmente até precisar ser extraído.

O que torna a periodontite especialmente perigosa é a ausência de dor nas fases iniciais e moderadas — a maioria dos pacientes só percebe o problema quando o dente já está se movendo ou a gengiva recuou visivelmente.

Gengivite vs. Periodontite: a gengivite é a inflamação restrita à gengiva — reversível com profilaxia e melhora de higiene. A periodontite é o estágio seguinte, com destruição óssea que não se reconstrói completamente. Detectar a progressão precocemente muda o prognóstico de forma definitiva.

Saiba como a periodontite causa retração gengival

Sintomas da periodontite

Para moradores do Carrão, a busca pelo periodontista costuma ocorrer quando um sinal mais óbvio aparece — o dente que está mole, a gengiva que recuou visivelmente. Mas a periodontite começa muito antes, com sinais discretos que raramente causam dor e que, identificados cedo, permitem um tratamento muito mais simples:

Gengiva que sangra ao escovar ou usar fio dental

Gengiva retraída — dentes aparentemente maiores

Mau hálito persistente resistente à higiene bucal

Sensibilidade ao frio, calor e alimentos ácidos

Dente que parece solto ou mudou de posição

Espaços entre os dentes que antes não existiam

Pus entre o dente e a gengiva

Dor ao mastigar em casos mais avançados

Se você identificou algum desses sinais, procure avaliação imediatamente — a periodontite não regride sem tratamento e tende a piorar progressivamente.

Estágios da periodontite

A classificação atual da periodontite em quatro estágios — baseada na gravidade da destruição e nos fatores de risco — determina diretamente o protocolo de tratamento:

Estágio I
Inicial

Perda óssea leve, bolsas de até 4 mm. Responde muito bem à curetagem subgengival em 1 a 2 sessões, com excelente prognóstico de longo prazo.

Estágio II
Moderado

Perda óssea moderada, bolsas de 5 a 6 mm. Tratável com curetagem subgengival em múltiplas sessões. Resposta à terapia não-cirúrgica avaliada em 4 a 8 semanas.

Estágio III
Severo

Perda óssea significativa, bolsas acima de 6 mm, possível mobilidade dental. Frequentemente requer cirurgia periodontal para acesso completo às raízes.

Estágio IV
Muito severo

Comprometimento da função mastigatória, dentes com mobilidade acentuada ou perdidos. Requer abordagem cirúrgica e planejamento de reabilitação.

Tratamento da periodontite na Sannre

O protocolo de tratamento é definido após avaliação completa com sondagem periodontal digital e tomografia cone beam. Cada caso é planejado individualmente pelo Dr. Renato Kuszlewicz antes de qualquer procedimento.

01
Curetagem Subgengival

Principal tratamento para estágios I e II. Remove biofilme e tártaro formados abaixo da gengiva, eliminando a fonte bacteriana da infecção. Realizada com anestesia local — indolor durante o procedimento.

02
Aplanamento Radicular

Realizado junto à curetagem: o alisamento da superfície radicular dificulta nova adesão bacteriana e favorece a readesão do tecido gengival ao dente.

03
Antibioticoterapia Coadjuvante

Em casos com infecção mais agressiva, antibióticos sistêmicos ou de liberação local dentro da bolsa periodontal potencializam os resultados da curetagem.

04
Cirurgia Periodontal

Indicada nos estágios III e IV: permite visualização direta da raiz e do osso, tratamento de defeitos ósseos e, quando indicada, regeneração tecidual guiada.

05
Manutenção Periodontal

Após a fase ativa, retornos a cada 3 a 6 meses são indispensáveis. A periodontite é crônica — sem manutenção, a infecção retorna e a destruição recomeça.

Ver todos os tratamentos periodontais

Periodontite tem cura?

A destruição óssea causada pela periodontite é irreversível — o osso perdido não retorna completamente ao estado original. Porém, com tratamento especializado e manutenção regular, é totalmente possível estabilizar a doença, interromper a progressão e preservar os dentes por muitos anos.

O objetivo do tratamento não é "curar" no sentido de eliminar a doença para sempre, mas controlá-la de forma que não cause mais destruição. Pacientes que mantêm a manutenção periodontal em dia conseguem preservar seus dentes indefinidamente, mesmo com histórico de periodontite severa.

A manutenção periodontal é parte inegociável — não um opcional. Sem ela, a doença reativa e a destruição recomeça, geralmente em menos de 6 meses.

Periodontite e saúde geral

A periodontite não é uma doença restrita à boca. A inflamação crônica e as bactérias periodontais que entram na corrente sanguínea impactam outros sistemas do organismo. A evidência científica associa a periodontite não tratada a:

Diabetes

Relação bidirecional: a periodontite dificulta o controle glicêmico e o diabetes agrava a periodontite.

Doenças cardiovasculares

Infarto e AVC têm associação documentada com periodontite não tratada em estudos populacionais.

Gravidez

Periodontite ativa está associada a risco aumentado de parto prematuro e baixo peso ao nascer.

Doenças respiratórias

Bactérias orais aspiradas podem colonizar os pulmões, especialmente em pacientes com doença pulmonar prévia.

Alzheimer

Pesquisas recentes associam bactérias periodontais à formação de placas amiloides características do Alzheimer.

Imunidade

A inflamação crônica sobrecarrega o sistema imune, reduzindo a capacidade de resposta a outras infecções.

"Tratar a periodontite é cuidar da saúde bucal e da saúde sistêmica ao mesmo tempo."

Por que tratar periodontite na Sannre?

A Sannre Odontologia é dirigida pelo Dr. Renato Kuszlewicz (CRO-SP 78.928), com 24 anos de experiência clínica em periodontia e reabilitação oral. Utilizamos tomografia cone beam, sondas periodontais digitais e protocolos baseados em evidências para diagnóstico e tratamento de precisão.

A Rua Professor João de Oliveira Torres, 115 fica a cerca de 10 minutos do Carrão pela Av. Carrão sentido Tatuapé — acesso rápido e direto, sem metrô ou baldeação. Para o diagnóstico periodontal, a tomografia cone beam mostra a estrutura óssea ao redor de cada dente com precisão milimétrica, definindo exatamente se o caso responde à curetagem ou precisa de cirurgia.

Entenda como a periodontite causa retração gengival

Periodontite: atendemos toda a zona leste

A Sannre Odontologia atende pacientes de toda a zona leste de São Paulo. Consulte a página de periodontite específica para o seu bairro:

Dúvidas frequentes

A raspagem simples (profilaxia) remove o tártaro supragengival — acima da linha da gengiva — e é indicada para pacientes com saúde periodontal ou gengivite leve. A curetagem subgengival é um procedimento mais complexo: acessa as bolsas periodontais abaixo da gengiva, onde a infecção da periodontite está instalada, e remove o biofilme, o tártaro e o tecido inflamatório aderido à raiz. São procedimentos diferentes em profundidade, técnica e resultado clínico.

Não. O laser é utilizado como adjuvante em alguns protocolos — para descontaminação complementar após a curetagem mecânica — mas não substitui a remoção física do biofilme e do tártaro subgengival. Não há evidências científicas robustas que suportem o laser como tratamento primário isolado para periodontite moderada a severa. A curetagem subgengival bem-executada por periodontista especializado continua sendo o padrão-ouro.

Depende do grau de mobilidade e da perda óssea remanescente. Dentes com mobilidade leve a moderada e suporte ósseo suficiente respondem ao tratamento periodontal e podem ser preservados por anos — às vezes décadas. A extração prematura tem consequências: perda de volume ósseo, comprometimento dos dentes vizinhos e necessidade futura de implante. A decisão deve ser baseada em sondagem e tomografia, não em impressão visual. Avaliação especializada é indispensável antes de qualquer indicação de extração.

Sim. As bactérias anaeróbias que habitam as bolsas periodontais produzem compostos voláteis de enxofre — a principal causa de halitose persistente. Como a escovação e o fio dental não atingem as bolsas subgengivais, o mau hálito de origem periodontal não melhora apenas com higiene doméstica. O tratamento da periodontite elimina a fonte da infecção e, na maioria dos casos, resolve a halitose que não cede com produtos de higiene bucal.

A relação é bidirecional e bem documentada: o diabetes descontrolado agrava a resposta inflamatória periodontal e piora a periodontite; ao mesmo tempo, a infecção periodontal crônica interfere na sensibilidade à insulina e dificulta o controle glicêmico. Controlar o diabetes ajuda — e estudos mostram que o tratamento periodontal bem-sucedido melhora os níveis de hemoglobina glicada. Mas as duas condições precisam ser tratadas em paralelo: controlar o açúcar não substitui o tratamento periodontal.
Dr. Renato Kuszlewicz - Sannre Odontologia
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